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Mandem suas mensagens que iremos publicar
redacao@patrociniohoje.com.br
 
Leitor propõe mudança em enquete
Senhores, acredito ser de grande importância a enquete realizada por vocês sobre se o povo patrocinense já decidiu em quem votar, uma vez que estamos em uma democracia e a liberdade de expressão é uma de suas características fundamentais. No entanto, acredito que vocês esqueceram de uma alternativa na enquete. O povo patrocinense, ou pelo menos parte dele, como eu, por exemplo, já pode ter decidido sobre seu voto nas eleições municipais, mas a sua opnião pode não estar em uma alternativa dessa enquete. Diante do que nos foi apresentado, decidi pelo voto nulo e vou fazer campanha para esse tipo de voto. Acredito não estar omitindo-me, pelo contrário, estou expressando minha opinião. Em uma democracia temos o direito de não querer nenhum dos candidatos apresentados. Diante dessa minha opinião, muitos poderiam dizer: quem então você indica para ser candidato, ou porque você não se candidata?

A resposta é simples. Na atual situação da política brasileira e Patrocínio não é diferente é claro, só ganha eleições quem tem dinheiro para fazer campanha. O"jogo é sujo". Existe uma velha pergunta que muitos ainda não têm a resposta. Com o salário de prefeito e vereador como esses candidatos, caso sejam eleitos vão recuperar todo o dinheiro gasto na campanha? Às vezes o que os que eles gastam nas campanhas é superior a todo o salário de um mandato inteiro.

Deveríamos todos fazer um curso de matemática com os candidatos para saber como eles fazem esses cálculos e no final de um mandato estão de prejuízo, ou seja, a diferença entre o que gastou e o salário que recebeu, sempre dá positivo para o eleito.

Enfim, gostaria de propor uma nova alternativa na enquete: SIM VOU VOTAR NULO.

Senhores do Patrocinio Hoje, agradeço o espaço para minha manifestação e espero que minha opinião sirva pelo menos para a reflexão do povo patrocinense sobre nossos candidatos e quem for votar em algum candidato, tanto a prefeito como a vereador reflita, observe, pesquise e faça tudo o que for necessário para votar em um candidato que pelo menos pareça ser bom.

Atenciosamente

Gilberto José de Melo


Nota da redação:

Olá Gilberto,
agradecemos pela mensagem e propomos uma nova enquete: os internautas poderão dizer se concordam com o voto nulo. Obrigado pela sugestão. Um abraço da equipe,

Equipe Rede Hoje.


 
Leitora reclama do desemprego
Nome: Sarah Canela
Cidade: Patrocínio
Assunto: Geração de Emprego
Para: redacao@patrociniohoje.com.br


Exitem pesquisas que realmente são falsas, ou então são pesquisas inventadas com um objetivo de desanimar ou excluir o desempregado da sociedade. A verdade é: não existem vagas de emprego na cidade de Patrocínio. Existem vagas, somente nas pesquisas como assunto para serem lidos e não serem resolvidos. Isto precisa ser divulgado. Conto com vcs do jornal. Obrigada.

Sarah Canela (desempregada)

Nota da Redação:

Prezada Sarah,

O que foi divulgado no Patrocínio Hoje, na coluna "O Repórter" de sexta-feira, não foi criado nem inventado. E são informações de órgãos governamentais sérios. A notícia é a seguinte:
"Segundo levantamento mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de janeiro a junho foram criadas 218.490 novas vagas de trabalho nas 100 cidades pesquisadas no Estado, crescimento de 7,01%, contra a média nacional de 4,7% no período. Nenhum setor da economia mineira teve saldo negativo no semestre. Entre as cidades, os destaques foram Monte Carmelo, no Alto Paranaíba, Três Pontas, no Sul de Minas, e Nanuque, no Vale do Jequitinhonha. Patrocínio está em 6º no crescimento proporcional e em 8º no crescimento da geração de emprego"(...)Patrocínio cria mais emprego na região - "As outras cidades que aparecem na lista de maiores criadoras de emprego são Boa Esperança (28,98%) e Machado (24,37%), ambas do Sul de Minas, Patrocínio (20,83%), no Alto Paranaíba, João Pinheiro (19,95%), no Noroeste, Alfenas (17,9%), também no Sul de Minas, Brasília de Minas (17,34%), localizada no Noroeste do Estado, e Nova Serrana (16,38%), cidade do Centro-Oeste". Estes números são oficiais e a reportagem reproduziu a informação.

O que constatou-se também ( e está na reportagem) é que "apenas o comércio varejista teve resultado abaixo de 1% de crescimento, registrando 0,95% no semestre". Isso,m no estado.


 
Internauta pede SINE em Patrocínio
Onde estão os empregos de Patrocínio???

Para o desenvolivimento sócio-econômico de uma cidade, é preciso geração de empregos. Percebe-se que não há desenvolvimento social dessa população que carece de um posto do SINE( Sistema Nacional de Empregos). Assim teríamos um acesso "claro" ao mercado de trabalho, porque o que temos é um monopólio de mão de obra barata, e cada vez mais escassa e restrita. E não sabemos onde estão as vagas.

Onde não se gera emprego e não se tem oportunidades, gera-se violência. E o povo fica sem perspectiva de vida.

Kellen Cristina


 
Leitora reclama da falta de concurso público. Secretário explica.
"Boa tarde!

Gostaríamos de saber, porquê não se elabora nenhum concurso público em Patrocínio?
Os funcionários que aí estão, como foram contratados? Precisamos de uma resposta.
Pois não existe qualidade adequada de atendimento e andamento dos serviços aqui prestados.
Precisamos dar ênfase à este assunto!
Obrigada."
Kellen Rodrigues - Patrocínio - MG

NOTA DA REDAÇÃO:

Cara Kellen Rodrigues,

O Patrocínio Hoje entrou em contato com o ex-secretário de Administração Municipal, Márcio Amaral (atualmente secretário de Ação Social), que seria responsável pela realização do concurso para a Prefeitura de Patrocínio e a resposta foi a seguinte:

"O concurso não poderia ser realizado uma vez que o concurso público anterior, feito pela Prefeitura, estava sub judice. Enquanto a Justiça não decidisse a situação, não poderíamos realizar outro concurso. Agora que a situação está resolvida, entramos num ano eleitoral.
Até poderíamos realizar o concurso, mas não poderíamos dar posse aos aprovados. Assim, só a próxima administração deverá ter condição de realizá-lo".


 
Internauta reclama da falta de identificação nas ruas de Patrocínio
Nome: Cecílio de Souza
Cidade: São Bernardo do Campo - SP
Assunto: Salatiel, quem...?

Mês passado, precisei contactar uma pessoa em Patrocínio para solicitar-lhe serviços. O endereço: Rua Salatiel Marques. Para localizá-la na primeira vez, alguém me levou até lá, mas quando tentei retornar ao mesmo local mais tarde, me perdi.

Entre tentativas vãs de localizá-la - com indagações a pelo menos 10 pessoas e até na entidade DAEPA - levei mais de uma hora. Fui socorrido, enfim, por uma atendente do órgão IPSEM, que garimpou uma lista telefônica e localizou enfim o meu contato.

Confesso que tudo teria sido facilitado se a Administração Pública se dignasse a nominar as ruas de sua cidade. Não se pode prescindir da verdade de que nem todo cidadão que circula numa cidade deva necessariamente ter vasto conhecimento de seus logradouros.

Pra não dizer do quanto é desagradável ficar abordando pessoas desavidas na rua com indagações desta ordem.

Cecílio de Souza São Bernardo do Campo SP


 
Leitora comenta artigo do PH
Leitora comenta artigo "A justiça precisa ser refeita", de André Luiz, disponível em:
http://www.patrociniohoje.com.br/coluna_materia.php?nnid=5664&tipo=Olho%20no%20Olho


Leia a opinião:

Infelismente André, esta não é a primeira nem a última vez que isto acontece. O que voce esqueceu ou não sabe é que existe uma força malígna que toma conta das pessoas e faz com que elas ajam assim sem pensar nas consequências ou até mesmo pensam, mas a falta de DEUS em suas vidas é tão grande, que o mal vence. E pode ter certeza que ele se arrepende, mas não pode mais voltar atrás.

Mas, temos que confiar que um dia esta pessoa seja diferente e possa ser feliz. Todos nós merecemos uma chance. Imagine se um dia alguem muito querido prá você, um parente, um filho, cometesse uma atrocidade desta, você não daria a ele a chance de arrepender-se?

Lógico que ele terá que pagar pelo que fez, mas eu acho que prisão perpetúa é muito.

Obrigada, Sônia.



 
Retorno
Olá, Amigos do Patrocínio Hoje,

Quando eu recebo e-mails de leitores fico satisfeito. Afinal é bom saber que fazer literatura ainda favorece a muitos espíritos se desarmarem da ferocidade do dia-a-dia.
Uma boa semana e grato pelo espaço,

Ronaldo Duran - Escritor - SP



 
Noite das Estrelas
Congratulações efusivas ao José Eustáquio dos Reis - o popular Tacão - por mais uma memorável "Noite das Estrelas", evento idealizado há 4 anos, e que já vem merecendo uma maior divulgação da mídia no contexto do calendário anual de eventos da administração municipal.

Cecílio de Souza - São Paulo SP


 
Falta emprego
Eu queria falar que Patrocínio precisa gerar mais empregos. Estou procurado há muito tempo e não encontro.

Kelly Cristina Santos - Patrocínio


 
Agradecimento
Jornal Patrocínio Hoje,
Agradecemos o seu apoio em estar divulgado a 15ª Feijoada da APAE no Jornal Patrocínio Hoje, a sua contribuição ajudou para que a Feijoada fosse um sucesso. Aproveitamos para parabenizar o Patrocínio Hoje, que a cada dia se destaca mais em nossa cidade, o Jornal está de Parabéns.

Segue em anexo nossa carta de agradecimento a você e toda equipe do Jornal, e gostaríamos de contar mais uma vez com o seu apoio para a publicação desta carta.

Muito obrigada.

Maria das Graças - Diretora da APAE de Patrocínio


 
Brigas idiotas que só atrasam Patrocínio
Amigos, gostaria de expor minha indignação com relação essas brigas idiotas que só atrasam o progresso da nossa querida cidade Patrocínio.

Essa briga sem fundamento que fez com que o Hipermercado Bretas desistisse de vir para Patrocínio, até quando isso vai acontecer?

Será que não esta na hora da maioria que quer o bem da nossa cidade (a população), lutar com essa minoria que só quer atrapalhar o desenvolvimento de Patrocínio?

Obrigado

Rafael Pires - Brasília-DF


 
Internauta comenta artigo: João é meu herói!
Caro Alexandre,

Emocionei contigo na matéria "João é meu herói"! (http://www.patrociniohoje.com.br/news.php?nnid=5346&tipo=)
Parabéns pela atitude, pela solidariedade, pela valorização do ser humano e pela cobertura. Quem lhe agradece são as pessoas que acreditam que, atitudes como a de João dos Reis e a sua, tornam esse mundo melhor. Publicamos sua matéria em nossa comunidade no Orkut.

Parabéns!

Abraço,

Charley Miranda - Serra do Salitre - MG
Dono da Comunidade Serra do Salitre - MG - Orkut

Resposta:
Obrigado pelas palavras Charley... Num momento em que vemos tanta desonestidade, tanta maldade no mundo, atitudes com a de João emocionam demais. Tudo de bom para todos de Serra do Salitre! Obrigado mais uma vez!

Alexandre Costa


 
Aonde o mundo vai parar
Aonde o mundo vai parar com tanta violência , onde os “ bandidos ,criminosos” praticam atos que nos deixam estarrecidos e saem praticamente impunes destes crimes , ainda ouvindo um programa de rádio em que tinha a parte policial pude ver como Patrocínio esta cada dia mais e mais violenta , as pessoas estão sendo atacadas em casa , nas lavouras de café , na hora de sua caminhada .

O que mais nos deixa triste não são os bens matérias que nos levam e sim a humilhação , tortura que muitas vezes as pessoas são submetidas , quando não torturam até a morte . Nessas horas perguntamos onde está as autoridades competentes onde se fala tanto em uma cidade “ segura” , mas a realidade é outra e muito pior é uma Cidade , um Estado , um País sem segurança qualquer.

Pior é o muito que falamos hoje , e amanhã que titulo será dado a esta violência sem fronteiras , só esperar e ver o tempo passar sentados por que em pé cansa , enquanto isso vamos vendo pai jogando filha de janela , pai mantendo filha presa em casa e mantendo relações sexuais com a mesma , bandidos torturando para a roubar celular e por ai vai.

Não sei se pedir ajuda dos orgãos de imprensa ajuda , mas se ajudar, ajude-nos a pedir segurança a quem tem o poder nesse Brasil ... Espero que pra um País onde se quer tanto sediar uma Copa do mundo de futebol se tem que pensar e planejar muito e investir muito em segurança nas ruas , na geração de empregos e oportunidades para os jovens e na educação, ao invés de ficar contruindo estradas, avenidas ,estádios de futebol, sendo que nem o que já tem pronto não está sendo mantindo em condições uso.

Brasil e brasileiros ainda têm que aprender muito ,pra depois pensar em PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO, por que o preço de um crescimento sem qualquer planejamento já esta sendo pago e muito caro, e em época de eleições só nos resta rever os nossos conceitos de bons candidatos e boas propostas não só de segurança , mas de bem estar social . Afinal ninguém sabe onde e quando o mundo vai parar...

Julio César - Patrocínio - MG


 
Homenagem às mães
Mãe ...
Energia sem fim ...
Mãe é um ser muito estranho!
Ela gera a vida dentro de seu próprio corpo,
sem desejar retê-la para si.
Aparentemente frágil, é capaz de passar noites em claro e ainda ter forças para mover céus e terra. Sabe sorrir em meio à mais triste prova e chora nos momentos da mais intensa alegria. Mãe é doçura, acalanto, colo, compreensão e aconchego, mas também disciplina, orientação, limites.

Como entender,então, essa pessoa tão marcada por contradições?
Como definir essa mulher capaz de gerar a vida todos os dias, mesmo quando o filho já está crescido, fazendo-o renascer para progredir, avançar e partir?

Só mesmo apelando para a lógica divina! As mães são assim, porque Deus as criou com uma matéria muito especial. Elas são a própria energia do Criador, que refaz o mundo a todo instante, em cada sorriso de criança, nas fraldas trocadas, nos braços cansados, nas preces ensinadas, na firmeza dos passos de quem sabe o caminho. Como Deus, que trabalha sem cessar, mãe é, acima de tudo, uma energia sem fim. É assim que a APAE de Patrocínio vê cada mãe, com seus diferentes rostos idades e jeitos.

Alguém muito especial, que faz o mundo ser melhor e mais bonito, porque tem o coração bem próximo de Deus.

Feliz dia das Mães!!!

Um abraço especial da APAE de Patrocínio e do Conselho
Regional das APAEs do Alto Paranaíba I.

Maria das Graças de Oliveira Ancelmo


 
Lúcio Homenagem

Naquele ambiente aonde o tempo tem seu lugar de importância, a presença desse anjo chamado Lúcio ameniza a espera e nos acalenta a alma.

Ficamos felizes com a lembrança de seu nome para receber a medalha do mérito patrocinense. Sorrir e ser gentil uma vez ou outra é fácil agora ser assim constantemente durante todo o expediente poucas pessoas conseguem.

Lúcio é a tradução da humildade, do servir. Como bem escreveu Madre Teresa de Calcutá: "Não sou nada. Sou apenas um instrumento, um pequeno lápis nas mãos do Senhor, com o qual Ele escreve aquilo que deseja. Por mais imperfeitos que sejamos, Ele escreve magnificamente."

Aceite o nosso abraço de parabéns.
Você Lúcio é dez !

Monica Othero Nunes - PATROCÍNIO


 
Futebol, paixão ou profissão?
No próximo dia 29 de junho o Brasil estará comemorando o cinqüentenário da maior façanha da sua história esportiva –a conquista, pela primeira vez, da Copa do Mundo de Futebol. Essa competição revelou ao mundo um garoto que, com apenas 17 anos, se consagraria com o nome de Pelé – o melhor craque de todos os tempos.

A seqüência de títulos tornou a seleção brasileira (única) pentacampeã mundial, do esporte mais popular do planeta. Se dentro das quatro linhas do gramado detemos a supremacia da qualidade técnica, em termos de planejamento estratégico, organização,gerenciamento e lucratividade levamos de goleada de vários paises, principalmente dos milionários clubes europeus. Os investidores internacionais vislumbraram o efeito multiplicador do fabuloso “PIB futebolístico globalizado” transformando-o num lucrativo negócio.

Do amor ao clube do coração à irresistível sedução dos euros, o garoto pobre da periferia já se definiu. Entre a honra de vestir a gloriosa camisa verde-amarela da seleção brasileira e jogar no exterior ele prefere driblar a miséria e marcar um golaço no maior adversário da população de baixa renda – a perversa desigualdade social e econômica. Garotos, que apesar de não passarem de promessas, afirmam entusiasticamente em entrevistas que, o grande sonho é vestir a jaqueta do Real Madrid, Milan, Chelsea, Lyon, Barcelona, Bayern de Munique,entre outros.

O holandês Clarence Seedorf, do Milan,que já atuou pelo Real Madrid, Sampdoria e Inter (Milão),disparou recentemente para a imprensa: “Só o dinheiro manda no futebol.” Apesar da existência de alguns clubes bem estruturados, e de profissionais brasileiros competentes em gestão esportiva, o nosso maior desafio reside no baixo desempenho financeiro dos nossos campeonatos.

O avanço da tecnologia, as fantásticas descobertas científicas e a evolução da medicina provocaram profundas transformações econômicas, sociais,religiosas e culturais em todos os segmentos. A gestão e a prática do futebol não foram poupadas. Administrações equivocadas, às vezes apaixonadas, outras vezes mal intencionadas levaram grande parte dos clubes a elevadíssimos endividamentos.

O êxodo das nossas gratas revelações para o exterior e estádios sem condições físicas para oferecer conforto e segurança aos torcedores, são algumas das causas de rendas menores. O Brasil tem exportado,anualmente, centenas de jogadores que estão atuando em dezenas de países. A queda de público e do nível técnico,são evidentes em todas as divisões do nosso futebol. Calendário inadequado,que torna alguns clubes inativos por períodos inaceitáveis, ou que exigem excessos de jogos de outros,punições leves para faltas graves, erros inadmissíveis de árbitros,violência entre torcidas, desemprego masculino e até o excesso de jogos semanais, são fatores que desmotivam o público.

Entre as iniciativas positivas das últimas décadas, destacamos a criação das chamadas “Escolinhas de Futebol” que têm sido incentivadas por prefeituras municipais e pela iniciativa privada. O lema é o mesmo: “craque na escola, craque na bola”.

A alternativa mais esperançosa para tornar, a médio e longo prazo, o futebol viável aos clubes, encontra-se na implementação de Centros de Excelência, cuja missão, visão, valores, e políticas objetivam formar homens, para revelar craques. Nos esportes de alto nível o emocional do atleta faz a diferença. Competência técnica, conduta ética e habilidade eclética devem fazer parte da qualificação de jovens aspirantes ao estrelato.

Se essa estratégia não for 100% eficaz para vencer a concorrência com os países ricos, com certeza resultará em lucro pela descoberta, pelo aprimoramento dos fundamentos do futebol e pela orientação, sobre como construir (e manter) uma carreira bem-sucedida. Concluímos com foco na realidade: o futebol é paixão para torcedores, profissão para jogadores e estores e lucro para os investidores.

Faustino Vicente - Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – tel.(11) 4586.7426 – Jundiaí (Terra da Uva) - SP


 
Cabística
"Oh Sereia dos rios e dos lagos...
Doce serpente...
A banhar-se e a mirar-se nas águas.
Vem me seduzir!
Embair-me!
Oh Quianda sagrada!
Quero naufragar e morre em teus braços!
No pelágico mais profundo quero sumir
Quero sumir e morre em teus braços...
Ouvir teu canto mais sagrado...
Viver e morrer em teus braços..."

Samuel Congo da Costa - Itajaí - Santa Catarina


 
Demarcação Contínua não é Inusitada
"'A demarcação contínua é algo inusitado, jamais visto neste País. É claro que daria ensejo a esse tipo de resistência. (Ministro Gilmar Mendes- futuro presidente do STF)

Infelizmente, Excelentíssimo Sr Ministro Gilmar Mendes, não foi a primeira demarcação contínua e, caso o STF não tome as devidas providências, interrompendo a ação nefasta de demarcações comandadas por ONGs estrangeiras e maus brasileiros, certamente não será a última. A demarcação contínua tem sido a regra e não exceção.

1. RESERVA ‘IANOMÂMI’ (1.991)
- Farsa Ianomâmi
Manoel da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues Ferreira, os irmãos Richard e Robert Schomburgk, Philipp von Martius, Alexander von Humboldt, João Barbosa Rodrigues, Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques Ourique e exploradores anônimos que cruzaram os vales do Uraricoera e do Orenoco, jamais avistaram quaisquer índios com esse nome.

Em seu estudo ‘Índios do Brasil’, edição do Ministério da Agricultura, Conselho Nacional de Proteção aos Índios, publicação nº 98, volume II, edição 1958, o maior e mais respeitado indigenista brasileiro - Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, não faz qualquer alusão aos ‘Ianomâmi’, dentre as tribos levantadas na região.

“Qualquer um, mesmo sem ser antropólogo, pode ver as diferenças que pretendem em vão ocultar. Não só nos idiomas e dialetos, como no nível cultural, no temperamento, nas crenças, nos rituais, na aparência, no porte físico, nos adornos, na pintura do rosto e do corpo, no feitio das malocas em que vivem, nas canoas, nas danças, nos instrumentos sonoros, nos tipos de rede, nos processos de cultivo, no modo de caçar e de pescar e em mil outras peculiaridades.

Os uaicás, por exemplo, têm conseguido, ao contrário dos demais, manter-se praticamente imunes a influências estranhas, seja pelo terror que sua ferocidade infunde, seja pela precaução instintiva de se retraírem para evitar a própria degeneração e ocaso no convívio com culturas mais avançadas. Os xirianás, no entanto, não puderam evitá-las em suas tribos do Alto Uraricaá, do Motomotó e do Matacuni, mais sujeitas à força do gregarismo humano nas condições singulares que viveram. Os primeiros mantêm estreito relacionamento com seus vassalos auaqués e um rudimentar comércio com vizinhos do grupo caribe. Os do Motomotó estão ligados à pequena tribo macu do Auari, por fortes laços culturais. Os do Matacuni, por sua vez, vinculam-se cultural e comercialmente aos ieouanás do Alto Auari.

Sob o influxo fecundo da convivência e da miscigenação com tribos caribes mais adiantadas e de melhor compleição física, os terríveis xirianás do Matacuni e do Uraricaá que exterminaram, não faz muito, os maracanãs, os purucotós e os auaqués, tornaram-se mansos e sedentários, belos e vigorosos. Já os seus irmãos do Motomotó, em sua limitada parceria com os macus, não puderam usufruir mais que certa habilidade artesanal e uma relativa moderação da brutalidade primitiva. Os das nascentes do Orenoco e do Médio Mucajaí, no entanto, conservam o nomadismo e os hábitos selvagens do estado natural. São incapazes de construir malocas com troncos, de fazer canoas, ou de plantar roças.

Tão grande contraste entre o avanço de uns e o mais rude atraso dos outros resultou em incompatibilidade e mútua prevenção. Porque falar o mesmo dialeto não os aproxima nem os concilia. Da mesma forma que não serviu para abrandar a inimizade que separava as tribos do povo tupi. A origem e o idioma comum não impediram que as antigas colônias espanholas no continente formassem tantos países diferentes e com tamanhas rivalidades. O fato de serem todos americanos e falarem espanhol não autoriza ninguém a classificá-los na mesma nacionalidade.

Enquadrados também na Reserva Ianomâmi, os iecuanás-caribe, apelidados de maiongongues pelos macuxis e de maquiritares pelos venezuelanos, ocupam o Alto Auari, as serras que dividem as águas do Ventuari das do Padamo e as fontes do Caura. Ainda pertencentes à gigantesca reserva aparecem os remanescentes das tribos guinaú e iauaraná, dos grupos aruaque e caribe, respectivamente; aqueles junto à vertente sul do Monte Machiati, e estes à margem direita do Alto Ventuari. Os aruaques são índios de afamada beleza e rara inteligência, cujos núcleos de maior importância se situam na parte da reserva retirada do estado do Amazonas.

Com tamanha profusão de línguas, raças e culturas, é indevido e absurdo classificar-se todos de "ianomâmis". Fechar os olhos a essa evidente farsa para favorecer interesses escusos de outros países, em detrimento do Brasil, mais do que escândalo é traição.'

(A FARSA IANOMÂMI - Carlos Alberto Lima Menna Barreto - Rio de Janeiro , 1995)

- Casa de Windsor
A decisão para a criação da Reserva Ianomâmi foi tomada em meados da década de 60, por iniciativa da Casa de Windsor e seu detalhamento estratégico foi arquitetado pelo Príncipe Philip. A localização da Reserva foi resultado de várias viagens de exploradores ingleses, especialmente Robin Hambury-Tenison, que pretendiam localizar os principais grupos indígenas situados sobre os eixos naturais de integração do continente ibero-americano. A meta era aliciar grupos indígenas e manipulá-los para impedir a construção de obras de infra-estrutura necessária para concretizar tais conexões. Em seu livro “Worlds a part” (Mundos a Parte), Hambury-Tenison, apresenta um mapa no qual mostra, precisamente, essa preocupação, e revela que a importância estratégica de seus roteiros lhe foi indicada, pessoalmente, pelo Príncipe Philip.

- Sinistra cronologia
1957 - ‘Missionários’ da Missão Evangélica da Amazônia (MEVA) chegam à região dos ianomâmis acompanhados de geólogos;

1969 - É criada a ONG Survival International, cujo objetivo principal era a criação do Parque Ianomâmi, com uma área de em 2,4 milhões de hectares;

1975 - Radam- Brasil divulga a ocorrência de grandes jazidas minerais na região;

1976 - FUNAI fecha o garimpo em Surucucus;

1977 - Criadas quatro áreas ianomâmis;

1978 - Criadas nove áreas ianomâmis em Roraima e seis no Amazonas;

1978 - Criada a “Comissão Pró-Criação do Parque Ianomâmi (CCPY), cuja presidente, Cláudia Andujar, é uma fotógrafa suíça, naturalizada brasileira;

1979 - Criada a “Comissão pela Criação do Parque Ianomâmi”, que advoga a demarcação contínua em um grande parque de 5,5 milhões de hectares;

1979 - A FUNAI contrata o antropólogo norte-americano Kenneth Taylor para elaboração do laudo antropológico. A proposta passa a ser de 9,0 milhões de hectares.

1991 - O presidente Fernando Collor homologa, em 15 de novembro de 1991, uma área de 94 mil Km² (praticamente a área de Santa Catarina - 95,4 mil km²) para 5.000 índios. ‘Curiosamente’ esta ampliação permitiu que as grandes reservas de minerais nobres (ouro, estanho, nióbio e minerais radioativos) detectados pelo Radam-Brasil ficassem dentro da reserva.

2. CABEÇA DO CACHORRO (1.998)
Em 14 de abril de 1998, o presidente Fernando Henrique Cardoso homologou cinco terras indígenas em São Gabriel da Cachoeira formando um polígono contínuo de 10,6 milhões de hectares, área ainda maior que a aberrante reserva ianomâmi. A demarcação física das áreas indígenas da Cabeça do Cachorro só foi possível devido à doação de US$ 600 mil feita pelos países do G-7 ao governo brasileiro dentro do escopo do PPTAL (Plano de Proteção das Terras Indígenas da Amazônia Legal Brasileira).

3. TROMBETA MAPUERA (2.007)
Trombeta-Mapuera, abriga as tribos Wai-Wai e Karafawyana com apenas 500 indivíduos, na divisa dos Estados de Roraima, Pará e Amazonas. A reserva tem o tamanho da Holanda (41,5 mil Km²), país com 16 milhões de habitantes. Ela fica ao lado de outras duas grandes áreas indígenas (Waimiri-Atroari e Nhamundá-Mapuera), formando uma área contínua de 7,5 milhões de hectares.

4. CONCLUSÃO
Embora tenhamos historiado apenas o caso da Reserva Ianomâmi, cada uma delas guarda uma retrospectiva de ações de organizações não governamentais, principalmente ‘religiosas’, que atuaram utilizando recursos ilícitos de toda ordem para ampliar as demarcações. Financiaram laudos antropológicos falsos, promoveram operações de guerrilha, aliciaram funcionários da Funai e lideranças indígenas com presentes que iam de carros importados a telefones via-satélite, sem que as autoridades, principalmente federais, tomassem qualquer atitude.

A homologação de grandes reservas indígenas em área contínua cria um vazio demográfico, atenta contra a soberania e se presta à cobiça pelas mais ricas jazidas de minério do planeta. O subsolo das áreas indígenas guarda os maiores veios de ouro da terra, a maior jazida de diamantes azuis e riquezas imensuráveis em minerais estratégicos, de uso nuclear, indústria espacial, bélica e de informática. Nas mãos dos senhores ministros do STF a decisão mais importante para o futuro da nação brasileira desde que o Supremo foi criado. Uma decisão que trará reflexo para todas gerações vindouras que, no futuro, poderão se orgulhar de serem brasileiros ou de serem considerados objeto de escárnio e lacaios do primeiro mundo. Não basta propor novos limites para raposa e Serra do sol mas sim rever todas as reservas já demarcadas cujos limites ultrapassam o bom senso e ferem mortalmente nossa soberania."

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva, professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) - Rua Dona Eugênia, 1227 - Petrópolis - Porto Alegre - RS - 90630 150 Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br - E-mail: hiramrs@terra.com.br




 
Ecos do Cotidiano - Repercussão
"Tive um final de semana muito especial, no meu sítio Recanto da Mata, incrustado no coração da Mata Atlântica. Ao som de gorjeios os mais diversos, rodeada de borboletas multicoloridas, e respirando o ar puro das montanhas, pude degustar saborosamente cada palavra de ECOS DO COTIDIANO. Foi uma viagem ao passado.

Lembro-me que à noite, assentados nas banquetas, em volta de uma lamparina a querosene, na cozinha de chão batido, mirávamos atentamente a dança da chama ardente enquanto ouvíamos “causos e mais causos” de assombração. O breu da tapera era povoado de fantasmas, originários de nossa imaginação, que flanavam pelas noites Charnequenses.

Emocionei-me sobremaneira ao ler seu primeiro texto “O tocador de piano”. Primeiramente pela belíssima descrição da Charneca, lugar onde nasci (le pays qui m’a donné le jour”, como dizem os franceses). Em segundo lugar, porque lembrei-me perfeitamente de uma imagem única, de minha tenra infância: um senhor, fazendo música ao tocar com varetas uma série de garrafas dependuradas, cada uma com uma quantidade diferente de água. Com certeza era seu pai. Êta mundo pequeno, sô!!!

Estou orgulhosa de ser sua conterrânea. Você tem o dom da escrita, pois o faz com muita maestria.

Segundo minha ex-professora de literatura, há escritores e “contadores de causos”. Segundo ela, Machado de Assis era um excelente escritor; Jorge amado era um excelente “contador de causos”, mas apenas isso, pois não trabalhava a literariedade da língua. Preocupava-se com o conteúdo, não com forma.

A meu ver, nosso grande mineiro, Guimarães Rosa, conseguia fundir os dois em um. Contava causos fazendo literatura da melhor qualidade.

Modéstia parte, acho que nós dois, charnequenses da gema, herdamos um pouco do Rosa, o demiurgo da palavra. Gostamos de contar causos, porém sem desprezar o trabalho com a linguagem. Assim sendo, trabalhamos significado e significante ao mesmo tempo.

Seu primeiro texto é o mais trabalhado do livro. Isso acontece também como meu primeiro texto de Memória peregrina. Tivemos, por coincidência, a mesma preocupação em abrir o livro com “chave de ouro”.

Meu primeiro retrato foi também o da primeira comunhão, feito no Pântano, no terreiro da cozinha, com uma colcha tecida no tear de minha mãe, como pano de fundo (também com alguém segurando o fundo). O vestidinho branco era longo, de tecido fino, com nervuras, LINDO, mas não era meu. Fora emprestado para tirar a foto.

A história do chapeuzinho vermelho causou-me enorme indignação! Desde que o mundo é mundo há exploradores e explorados, infelizmente. A história do chapéu de mil reis é ótima. O fora-da-lei remeteu-me a um texto que vai sair em meu próximo livro, sobre o cavalo Rosilho, da fazenda da Anatildes. A pizza de Taubaté dá uma peninha na gente!!! É um retrato do Brasil. Quantos sem-teto, sem-terra e sem-camisa gostariam de comer uma bela pizza, acompanhada de uma cervejinha, principalmente no sertão! Não vou mencionar todos os textos, pois são muitos. Os do final, com “causos” de assombração, mortos-vivos, de cemitérios etc, remeteram-me à minha infância, como disse no início. Apesar de ser totalmente cética, hoje em dia, ainda tenho um certo receio de assombração (trauma da infância). Fantasmas não existem, “pero que los hay, los hay”.

Li seu livro de uma só vez. Vou deixá-lo sempre à vista, para retomar e degustar lentamente cada “causo”, nas horas vagas.

Um grande abraço e, mais uma vez, meus parabéns! Continue escrevendo!"

Jô Drumond


 
Obama Presidente!
"Karl Marx não nutria ilusões a respeito da disputa das eleições presidenciais nos Estados Unidos de 1860 – mas destacava a importância da luta contra a escravatura para a luta democrática. Igualmente hoje não podemos ter nenhuma ilusão quanto à candidatura de Barack Obama a presidente dos Estados Unidos. Ele, eleito, provavelmente não vai alterar a atual rota dos acontecimentos do Consenso de Washington, muito menos os rumos da Doutrina Bush e nem vai mudar a Nova Ordem Mundial, pela qual os Estados Unidos se beneficiam sobre os demais países do globo.

Obama representa, sim, a possibilidade de construção de diálogos pontuais que envolvam a necessidade de haver urgentíssimas inversões de prioridades nas políticas públicas governamentais para atender significativa parcela dos excluídos do capitalismo. Essa é a principal missão de Obama enquanto clamor popular. É uma candidatura por onde se canalizam e se aglutinam as esperanças de todos os outros projetos políticos que não conseguiram passar pelo funil antidemocrático das eleições estadunidenses. Nossa aposta sempre passou bem longe desse perverso modelo bipolar democratas-republicanos, pois confiávamos nas candidaturas da negra Ângela Davis, do Partido Comunista, e dos partidos dos campos progressista e operário.

O fato de Obama ser negro é dos menores elementos desse jogo político. Na medida em que para manter o atual status imperialista e belicista todas as matizes étnicas são bem vindas ao processo eleitoral dos Estados Unidos. Mesmo porque só interessa-nos a questão racial quando essa discussão está a serviço de um projeto de emancipação social como perspectiva de construção de uma nova sociedade fraterna e igualitária. Barack Obama, por enquanto, está restrito apenas a construção desses diálogos paliativos.

Mas, ao contrário das opiniões esquerdistas, sabemos da importância que essas eleições tem para o avanço da luta ideológica e política. E eleger um presidente, no centro do globo, aberto ao diálogo fraterno com os movimentos sociais e demais blocos que não comungam a opressão geopolítica e ambiental provocada pelos últimos governos na América do Norte, é passo histórico nesse caminho. Obama tem a chance de reverter o quadro da estagnação sócio-ambiental para construir uma nova correlação de forças direcionando o país para a governança realmente democrática e antenada aos anseios da paz e respeito à autodeterminação dos povos. Além do mais, sabemos que o imperialismo estadunidense não é invencível, podendo ser derrotado numa luta bem orientada e persistente dos povos; aí, tendo ou não a participação de Barack Obama.
Obama Presidente!"

Alexandre Braga é coordenador de Comunicação da Unegro-União de Negros Pela Igualdade-MG -
bragafilosofia@yahoo.com.br



 
 


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Jovem grávida de oito meses e bebê morrem em Patrocínio; médico nega que houve negligência
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